17/01/2012


Eu não tenho 
mas quisera ter um gato
para sentir o macio
da preguiça e seu recato

(...)

O inverno chegaria mais cedo,
com neve caindo de mansinho.
Não faltariam uma lareira crepitante,
uma bebida estimulante
e um chinelo de arminho.
Depois, num tapete de veludo,
quem seria mais feliz que eu?
 O gato adormecido nos braços da poltrona,
a mulher entregue aos braços de Morfeu.

(Ivanise Mantovani)



3 comentários:

mfc disse...

Tanto encanto subtil neste poema!

FP disse...

Uma justaposição interessante.
Com os melhores cumprimentos

Jonas

Celia na Italia disse...

Perfeito amiga!!!!!